"Você tem fome de quê?"
"Você tem fome de quê?" Estava interessada em responder a essa pergunta quando comecei o livro e não estava sozinha - duas dúzias de personagens - todos eles imperfeitos e alguns abertamente cômicos me ajudavam a ir em frente e a não desistir de desvendar o crime que chocou o mundo - o assassinato de um capitalista internacional por uma tradutora brasileira acima de qualquer suspeita - a Luiza. Meus personagens e eu espiamos pelas frestas de um escritório de arquitetura exclusivo da Faria Lima (fundado pelo marido da suposta assassina), entrevistamos pessoas próximas à criminosa e desenterramos um monte de esqueletos... À medida que avançávamos na nossa investigação, nos perguntávamos - "Por que alguém mata? Por que alguém cria? O que significa ser verdadeiramente livre?"
Ter escrito esse livro só não foi um prazer maior do que conversar sobre ele neste grupo. Obrigada pelo convite. Adorei a prosa!
Nina Oliva
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